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Lemann Center Webinars

Jose Valente on Stanford Experience

Luciano Meira on Stanford Experience

Lemann Center at Stanford University: Three years in the making

Chamada para o livro: Caminhos Percorridos na Construção da Informática na Educação no Brasil

Caminhos Percorridos na Construção da Informática na Educação no Brasil

Organizadores

José Armando Valente (Unicamp) e Paulo Blikstein (Stanford)

Estrutura do livro

O livro terá duas partes, sendo Parte 1 constituída por artigos de pesquisadores convidados, que participaram dos primeiros projetos e iniciativas de implantação da informática na educação, como o Projeto EDUCOM e o Projeto FORMAR. A Parte 2 será formada por artigos selecionados pelos organizadores, segundo critérios estabelecidos por este edital.

Público alvo

Professores da Educação Básica, gestores educacionais, pesquisadores, empreendedores, acadêmicos, gestores de políticas educacionais interessados nos usos de tecnologias na educação no Brasil.

Apresentação

Este é o quinto livro de uma série organizada pelo Lemann Center da Universidade de Stanford (EUA), sob a direção do Prof. Paulo Blikstein. A série visa abordar temas que explorem a inovação e o uso educacional e o uso de tecnologias computacionais na educação, como programação, robótica e computação física. Este quinto volume, objeto desta chamada, será focado na visão histórica da implantação da informática na Educação Básica e Superior no Brasil.

O uso dos computadores na educação no Brasil acontece praticamente desde essas máquinas passaram a ser instaladas em algumas universidades. No início dos anos 70, foram realizadas diversas experiências na UFRJ, UFRGS e UNICAMP, consideradas de cunho investigativo. A presença do Ministério da Educação (MEC) aconteceu somente em 1981 e em 1982 com a realização de dois seminários nacionais, que culminaram com o lançamento do Projeto EDUCOM, que desenvolvido em cinco universidades: UFPe, UFMG, UFRJ, UFRGS e UNICAMP. Desde essa experiência, um longo caminho tem sido percorrido, passando por diferentes fases, como a educação a distância e mais recentemente o uso dos dispositivos móveis sem fio.

Esse livro tem por objetivo registrar essa caminhada, divulgar e refletir sobre as experiências e os legados que essas experiências proporcionaram. Desta forma, convidamos pesquisadores, designers e professores de educação básica e superior a submeterem suas contribuições.

Temas de interesse

Neste livro, buscamos enfatizar a história sobre o desenvolvimento dos seguintes temas (mas não exclusivamente):

  • Estabelecimento de atividades de pesquisa.
  • Implantação de atividades em escolas, relatadas por pesquisadores, professores ou gestores.
  • Implantação de ambientes de aprendizagem usando tecnologias.
  • Relato sobre o desenvolvimento de tecnologias educacionais.
  • Organização de eventos sobre uso de tecnologias na educação.

Informações para submissão de propostas de capítulos

Para as propostas de capítulos, estamos interessados em iniciativas que tenham ocorrido de forma sistemática nos últimos 35 anos relativas à implantação de experiências e projetos sobre o uso de tecnologias na educação. Por se tratar de um livro sobre a história da Informática na Educação, as atividades relacionadas no capítulo deverão ter sido iniciadas há pelo menos dez anos (exceções serão consideradas caso a caso).

A proposta deve fornecer subsídios para que os editores e pareceristas possam avaliar em que grau o tema do capítulo poderá contribuir para produção do livro. Neste sentido é importante caracterizar na proposta: (i) Breve introdução; (ii) natureza da experiência a ser relatada (iii) caracterização do ambiente escolar, organização e duração das atividades realizadas; (iv) principais fatores históricos a serem relatados; (v) experiência da equipe proponente; (vi) estrutura (breve sumário comentado) do capítulo completo a ser produzido em caso de aceite.

Formato das propostas de capítulos (submissão inicial)

A proposta não deve exceder 1000 palavras (não há restrição para o número de imagens) e deve ser um arquivo PDF. Para direcionar a elaboração das propostas, dando uma melhor idéia do tamanho de cada capítulo fornecemos a seguir informações sobre o formato dos capítulos completos:

  • Número de páginas: entre 15 e 25, tamanho A4
  • Fonte 12 pt, espaçamento 1.5.
  • Figuras, tabelas e referências devem estar incluídas neste limite de páginas.

Critérios de avaliação das propostas de capítulos

Cada proposta de capítulo será avaliada conforme os seguintes critérios:

  • Relevância histórica da atividade.
  • Qualificação da experiência relatada.
  • Qualidade da reflexão dos autores sobre a experiência relatada.
  • Qualidade da escrita - clareza, concisão e estrutura da proposta de capítulo.
  • Aderência ao formato e limite de palavras da proposta.
  • Experiência da equipe proponente.

Datas importantes do processo editorial

A elaboração do livro seguirá as seguintes etapas:

  1. Submissão das propostas de capítulos (até 1000 palavras) pelos autores (01/12/2017)
  2. Avaliação e indicação dos trabalhos selecionados (18/12/2017)
  3. Submissão dos textos completos dos capítulos (30/04/2018)
  4. Avaliação e divulgação do resultado final (31/05/2018)
  5. Revisão final e publicação (Junho a Setembro de 2018)

Formulário de submissão: Clique aqui para o formulário de submissão

Escolhas

In "Escolhas" journalist Antônio Gois highlights the Lemann Center Ph.D. candidate Leonardo Rosa’s study showing that teachers with higher grades in qualifying exams tend to avoid schools in poorer areas in Brazil. The article is published by O Globo, one of the leading national newspapers. 

Em sua coluna, publicada pelo jornal O Globo, Antônio Gois destaca a pesquisa realizada pelo candidato a PhD do Lemann Center, Leonardo Rosa demonstrando que professores com maiores notas em concursos tendem a evitar escolas em áreas mais pobres no Brasil. 

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Rebecca Tarlau’s Forthcoming Book at Oxford University Press

Occupying Schools, Occupying Land brings together two audiences who often ignore each other: educational scholars, who assume that changing educational practice is sufficient in itself to catalyze broader social change, and social change theorists, who typically ignore the role of schools or see education primarily as a tool for reinforcing the social and political status quo. Over the past thirty years the Brazilian Landless Workers’ Movement (MST), one of the largest social movements in Latin America, has developed an education reform proposal that is linked to the movement’s vision for agrarian reform through large-scale land redistribution and the establishment of collective, small-family farming in the Brazilian countryside. In many ways, the MST’s education reform efforts have been more successful than their agrarian reform goals. MST leaders have had tremendous success convincing municipalities, states, and the federal government to recognize, fund, and share governance over an alternative rural school system that spans infant education to university schooling, affecting hundreds of thousands of students.

Drawing on twenty months of ethnographic research in five regions of Brazil, Occupying Schools, Occupying Land analyzes the MST’s visions for education and agrarian reform and the steps that the MST has taken to lead this national education reform effort in the Brazilian countryside. This book makes several theoretical contributions. The first is that engaging formal institutions is central to social movements’ longevity and ability to achieve their social and economic goals. This directly contradicts a classical perspective on social movement development, which argues that movements inevitably become more conservative, demobilized, and less effective as they institutionalize. The second contribution is that although participating in formal institutions can increase the internal capacity of a social movement, activists must still engage in a combination of disruption and institutional pressure in order to achieve their goals. Third, even when social movements combine disruptive mobilization and institutional pressure, success is not assured and social movement outcomes depend on both variations in the political institutional context that the movement confronts and variations in the internal organization of the movement. Based on a comparative analysis of three states, the author argues that activists’ ability to transform public schools hinges upon the interaction of three factors: political regime, state capacity, and social movement leadership-base relations. Finally, the book shows how formal educational institutions can serve as a generative sphere for movements to build internal capacity and social influence. Through an examination of the success and failure, potentials, constraints, and contradictions of this social movement-led education reform process in Brazil, Occupying Schools, Occupying Land offers insights into the relationship between education and social change, social movements and states, and the barriers and possibilities for similar reforms in democratic contexts throughout the Global South and Global North.

* Pictures from Tarlau's private arquive: a student demanding that the government stop to closing down rural schools; the author with students at a public school  inside an MST encampment , and high schools students learning agroecological farming techniques as part of their curriculum.

"Ensino superior não é para todos"

Professor Eric Bettinger's interview to Pedro Amaral from Jornal O Globo.  The interview is available in Portuguese.

K12 Why It's So Hard To Know Whether School Choice Is Working

On "K12 Why It's So Hard To Know Wheather School Choice Is Working", Ana Kametnetz and Cort Tuner propose:

"Education Secretary Betsy DeVos has been a passionate proponent of expanding school choice, including private school vouchers and charter schools, and she has the clear backing of President Trump. But does the research justify her enthusiasm?

Experts say one single, overarching issue bedevils their efforts to study the impact of school choice programs. That is: It's hard to disentangle the performance of a school from the selection of its students.

Students are never randomly assigned to a school. A school's population is always affected by local demographics. With schools of choice, by definition, parents and students are making a decision to attend that school, so their enrollment is even less random."

 And quote research by Lemann Center faculty director Martin Carnoy: "Martin Carnoy wrote for the left-leaning Economic Policy institute in February: 'Extensive research on educational vouchers in the United States over the past 25 years shows that gains in student achievement are at best small.'" 

Base Nacional Curricular (Common Core) Announcement

The Brazilian Government announced the Base Nacional Curricular (Common Core) program during the first week of April. If approved by the Congress until December, the document will have its implementation started in 2019. 

The national newspaper Folha de São Paulo published a series of special reports about the Base Nacional. In “Austrália, Canadá e EUA inspiraram base curricular do Brasil” ( Australia, Canada, and US inspired Brazilian Base Nacional Curricular) , Visiting Scholar Sabine Righetti explains how prior common core experiences from different countries inspired the Brazilian complex process to prepare the Base Nacional Curricular.

As summarized by Brazilianist and Lemann Center Director Professor David N. Plank, invited to analyze the Base Nacional implementation process and interviewd by Righetti, “There is no "average" or ideal length to the process--it depends on local conditions”, and “The quality of standards implementation matters more than the quality of the standards themselves” .  Published by  Folha de São Paulo, via UOL on April 9, 2017.

Portuguese

No início de abril, o MEC (Ministério da Educação) divulgou o texto da base nacional curricular do ensino infantil e fundamental brasileiro. O documento foi preparado durante dois anos e teve, ao todo, três versões. A última versão, com quase 396 páginas, passará a valer em 2019 após apreciação final do CNE (Conselho Nacional de Educação) –que ainda deve levar quase um ano. Na prática, a base nacional curricular projeta aquilo que a educação deve ser no futuro por meio da descrição das habilidades desenvolvidas a cada ano letivo em quatro áreas do conhecimento: linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e matemática. O documento traz o que deve ser ensinado em cada ano do ensino fundamental (6-14 anos) em cada uma dessas áreas -além das habilidades que devem ser desenvolvidas no ensino infantil (zero-6anos). A nova versão da base nacional comum curricular, por exemplo, prevê que todos os alunos sejam alfabetizados até o 2º ano do ensino fundamental –mais cedo do que a meta hoje prevista. Isso significa que a ênfase ao processo de letramento passa dos oito para os sete anos. Entre os pontos positivos do documento, está a inclusão de estatísticas já no início do ensino fundamental. A exclusão de orientação sexual, que ficará a cargo dos sistemas de ensino, foi alvo de críticas de especialistas que analisaram a base nacional curricular. Além disso, a falta de tecnologia do ensino de ciências também foi amplamente criticada. A jornalista e doutora pela Unicamp Sabine Righetti, Lemann Fellow, fez uma ampla cobertura do lançamento da base nacional curricular para o jornal "Folha de S.Paulo", que contou uma análise de autoria própria (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873193-base-curricular-pode-ser-esquizofrenia-se-infraestrutura-da-escola-nao-mudar.shtml), com uma entrevista exclusiva com Paulo Blikstein (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873204-em-ciencias-base-curricular-e-tragica-avalia-especialista-de-stanford.shtml) e com análise de David Plank (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873924-australia-canada-e-eua-inspiraram-base-curricular-do-brasil.shtml) --matyerial amplamente repercutido na mídia brasileira. A base nacional curricular do ensino médio deve ser lançada pelo MEC ainda neste ano. 

Olhar para a sala de aula

In “Olhar para a sala de aula” Brazilian columnist Antonio Gois ( O GLOBO) discuss the study developed by a group of specialists, including  researchers from the Lemann Center at Stanford University. 
Over the 2015 school year, the state of Ceará, in partnership with the World Bank, implemented an experimental program designed to test whether improvements in teacher practice can be stimulated by providing schools with performance feedback based on classroom observations and practical suggestions and coaching support for more effective pedagogy. Supported by the Lemann Foundation, a respected Brazilian nongovernmental organization (NGO) dedicated to education, the ELOS consulting group developed a 9-month (one school year) training course and coaching program designed to promote professional interaction among teachers and to promote good practice techniques for lesson planning, classroom management, and keeping students engaged.  Barbara Bruns (Center for Global Development), Leandro Costa (World Bank) and Nina Cunha (Stanford University) performed a rigorous impact evaluation of the program, which is the first study we are aware of in a developing country context that rigorously measures the impact of a training program both on teachers’ classroom practice and their students’ learning outcomes.  

Em “ Olhar para a sala de aula”, o colunista Antonio Gois do jornal O Globo, comenta pesquisa realizada por um grupo de especialistas incluindo pesquisadores do Lemann Center na Universidade Stanford.  Ao longo do ano escolar de 2015, o Estado do Ceará, em parceria com o Banco Mundial, implementou um programa experimental destinado a testar se as melhorias na prática docente podem ser estimuladas pelo fornecimento de feedback às escolas com base em observações de sala de aula e sugestões de práticas. Com o apoio da Fundação Lemann, uma respeitada organização não-governamental brasileira dedicada à educação, o grupo de consultoria ELOS desenvolveu um curso de capacitação e treinamento de 9 meses (um ano letivo) destinado a promover a interação profissional entre professores, assim como técnicas de boas práticas para planejamento e gerenciamento de aulas. Barbara Bruns (Center for Global Development), Leandro Costa (Banco Mundial) e Nina Cunha (Universidade de Stanford) realizaram uma rigorosa avaliação de impacto do programa, que é o primeiro estudo de que estamos cientes, no contexto de um país em desenvolvimento, que mede rigorosamente o impacto de um programa de treinamento tanto sobre a prática de sala de aula dos professores como sobre os resultados de aprendizagem de seus alunos.

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