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Base Nacional Curricular (Common Core) Announcement

The Brazilian Government announced the Base Nacional Curricular (Common Core) program during the first week of April. If approved by the Congress until December, the document will have its implementation started in 2019. 

The national newspaper Folha de São Paulo published a series of special reports about the Base Nacional. In “Austrália, Canadá e EUA inspiraram base curricular do Brasil” ( Australia, Canada, and US inspired Brazilian Base Nacional Curricular) , Visiting Scholar Sabine Righetti explains how prior common core experiences from different countries inspired the Brazilian complex process to prepare the Base Nacional Curricular.

As summarized by Brazilianist and Lemann Center Director Professor David N. Plank, invited to analyze the Base Nacional implementation process and interviewd by Righetti, “There is no "average" or ideal length to the process--it depends on local conditions”, and “The quality of standards implementation matters more than the quality of the standards themselves” .  Published by  Folha de São Paulo, via UOL on April 9, 2017.

Portuguese

No início de abril, o MEC (Ministério da Educação) divulgou o texto da base nacional curricular do ensino infantil e fundamental brasileiro. O documento foi preparado durante dois anos e teve, ao todo, três versões. A última versão, com quase 396 páginas, passará a valer em 2019 após apreciação final do CNE (Conselho Nacional de Educação) –que ainda deve levar quase um ano. Na prática, a base nacional curricular projeta aquilo que a educação deve ser no futuro por meio da descrição das habilidades desenvolvidas a cada ano letivo em quatro áreas do conhecimento: linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e matemática. O documento traz o que deve ser ensinado em cada ano do ensino fundamental (6-14 anos) em cada uma dessas áreas -além das habilidades que devem ser desenvolvidas no ensino infantil (zero-6anos). A nova versão da base nacional comum curricular, por exemplo, prevê que todos os alunos sejam alfabetizados até o 2º ano do ensino fundamental –mais cedo do que a meta hoje prevista. Isso significa que a ênfase ao processo de letramento passa dos oito para os sete anos. Entre os pontos positivos do documento, está a inclusão de estatísticas já no início do ensino fundamental. A exclusão de orientação sexual, que ficará a cargo dos sistemas de ensino, foi alvo de críticas de especialistas que analisaram a base nacional curricular. Além disso, a falta de tecnologia do ensino de ciências também foi amplamente criticada. A jornalista e doutora pela Unicamp Sabine Righetti, Lemann Fellow, fez uma ampla cobertura do lançamento da base nacional curricular para o jornal "Folha de S.Paulo", que contou uma análise de autoria própria (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873193-base-curricular-pode-ser-esquizofrenia-se-infraestrutura-da-escola-nao-mudar.shtml), com uma entrevista exclusiva com Paulo Blikstein (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873204-em-ciencias-base-curricular-e-tragica-avalia-especialista-de-stanford.shtml) e com análise de David Plank (http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2017/04/1873924-australia-canada-e-eua-inspiraram-base-curricular-do-brasil.shtml) --matyerial amplamente repercutido na mídia brasileira. A base nacional curricular do ensino médio deve ser lançada pelo MEC ainda neste ano. 

All Authors: 
Sabine Righetti
Year: 
2017