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Lemann Center Webinars

Compensa expandir o horário dos estudantes na escola?

No meio de notícias preocupantes como a queda nas matrículas em creches, o Censo Escolar de 2021, divulgado na semana passada pelo MEC, trouxe um dado que foi comemorado: entre 2017 e 2021, a proporção de alunos em escolas de tempo integral no ensino médio dobrou de 8% para 16%. Há, porém, alguns pontos de atenção. Um primeiro é que nos anos iniciais (1º ao 5º ano) do fundamental, no mesmo período, essa proporção caiu de 15% para 9%. No segundo ciclo (6º ao 9º ano), foi de 12% para 9%. Na comparação entre 2020 e 2021, essas taxas até aumentaram, mas não o suficiente para recuperar o patamar de 2017.

Look at your webcam, not your monitor during Zoom calls and livestreams if you don't want to appear shady

Over the past few years, you've likely started taking meetings over Zoom or Google Hangouts, and you've probably noticed your eyes wandering around. Exactly what you should be looking at is a bit of a mystery. Should your eyes linger off-screen to avoid awkward eye contact? Should you be looking directly at your monitor so you can view the other person on the line?

Well, it turns out what you should be doing is looking directly into your webcam.

A new study by researchers at Stanford University and Sweden's University of Gothenburg looked into some best practices for video conferencing and livestreaming, assuming a user wants to seem likable and trustworthy (and who doesn't?).

The study, titled Impression Formation From Video Conference Screenshots: The Role of Gaze, Camera Distance, and Angle, took those exact attributes into consideration: where one's eyes gaze during a video call, the distance they are from their camera, and even the camera angle, to determine which elicited the most comfortable response from viewers who were asked to rate images of webcam users for various attributes on a five-point scale.

Aula 8 - Direito e Equidade de Gênero 2021

Anna Queiroz discute o uso de tecnologias e iniciativas do Centro Lemann de Stanford no contexto da equidade de gênero e educação, na sessão "Lideranças em prol da equidade na infância e na adolescência" da disciplina de Direito e Equidade de Gênero da Faculdade de Direito da USP.

Welcome New Students and Scholars 2020-2021

Conheça a brasileira por trás do estudo de ‘fadiga de Zoom’

Anna Carolina Queiroz falou com exclusividade ao ‘Estadão’ sobre a nova pesquisa da Universidade Stanford focada no Brasil

Em fevereiro, um estudo da Universidade Stanford chamou a atenção por delinear as possíveis causas para o fenômeno conhecido como “fadiga de Zoom”, que se refere ao cansaço excessivo causado por videochamadas — a identificação do problema forçou empresas do segmento a repensarem suas plataformas. Entre os cinco autores da pesquisa está a brasileira Anna Carolina Queiroz, de 39 anos, integrante do Lemann Center e do Virtual Human Interaction Lab, da Universidade Stanford.  

Formada em psicologia e com mestrado na USP em psicologia do desenvolvimento da aprendizagem, Anna foi convidada pelo professor Jeremy Bailenson — autor de outros estudos sobre “fadiga do zoom” — para integrar o time de pesquisadores da universidade americana. Por lá, a brasileira terminou o doutorado em Stanford e desenvolveu estudos sobre tecnologias imersivas, como realidade virtual, para estudantes — os  resultados são aplicados em um projeto com alunos de escolas da Bahia. 

Nos EUA há três anos, a pesquisadora tem foco na área de educação. Foi sob essa perspectiva que ela desenvolveu o estudo de fadiga de Zoom focado no Brasil, que identificou maior índice de cansaço em estudantes do que em trabalhadores.  

Fadiga de Zoom: o brasileiro está exausto de videochamadas

Pesquisa liderada por brasileira na Universidade Stanford mostra que alunos têm índice de cansaço 17% superior ao de trabalhadores

Todos estamos cansados por ter que trabalhar e estudar por videochamadas. A exaustão causada pelas plataformas, conhecida como “fadiga de Zoom”, já havia sido detectada por um estudo da Universidade Stanford realizado e publicado nos EUA no último mês de março. Agora, os brasileiros também estão cientificamente “certificados” como vítimas do fenômeno. Um novo estudo de Stanford, liderado pela pesquisadora brasileira Anna Carolina Queiroz, detectou como o cansaço das telas está prejudicando as pessoas no País — principalmente os estudantes.  

Publicado nesta sexta, 14, e com resultados antecipados com exclusividade ao Estadão, o estudo entrevistou por meio de um questionário 633 brasileiros — estudantes de uma universidade em São Paulo e funcionários de uma empresa da área financeira. O questionário tinha 15 perguntas e  avaliava a relação dos usuários com as plataformas de videoconferência. Entre as perguntas, os pesquisadores procuraram saber a frequência com que os participantes faziam chamadas de vídeo, se relatavam cansaço após o uso da plataforma e o quão esgotadas as pessoas se sentiam. Aspectos emocionais também foram levados em conta: se os usuários precisavam de um tempo sozinhos depois das conferências ou se ficavam desmotivados. 

Os fatores não foram analisados separadamente na pesquisa. Ao contrário, eles eram considerados em conjunto para criar um índice de 1 a 5, sendo 5 o nível mais extremo de fadiga. Ao final, 18,32% dos participantes atingiram o nível máximo.  

“Esse é o primeiro estudo do tipo que fazemos fora dos EUA, mas os resultados são bem semelhantes. O foco dessa pesquisa foi exatamente trazer essa validação para o Brasil e identificar esse resultado com relação a aspectos demográficos, para depois expandir os estudos”, afirma Anna ao Estadão.  

Entre homens e mulheres, a relação de cansaço também corrobora o estudo aplicado nos EUA, que já havia detectado que mulheres ficavam mais cansadas que os homens. No Brasil, as mulheres reportaram 21% mais fadiga que os homens. Além disso, 25% delas apresentaram altos níveis de cansaço, contra apenas 8,5% dos homens relataram o mesmo problema. 

Como salas de aula brasileiras se tornaram mais segregadas que nos EUA

Mesmo com o histórico amplamente conhecido de segregação racial nos Estados Unidos no século 20, escolas de ensino básico no Brasil têm salas de aula mais divididas entre brancos e negros do que colégios do estado americano da Carolina do Norte, segundo estudo publicado em março de 2021 pela Universidade de Stanford.

A descoberta foi registrada no artigo “Classroom segregation without tracking: chance, legitimacy, and myth in ‘racial paradise’”, do sociólogo Josh Gagnè, vinculado à universidade americana. O estudo investiga como ocorre a segregação racial nas salas de aula brasileiras e quais são seus efeitos para a segregação em geral.

A segregação racial acontece quando a composição racial de diferentes turmas dentro da mesma escola é muito diferente, explicou Gagnè em entrevista ao Nexo Políticas Públicas. Em escolas brasileiras, é possível encontrar uma sala de aula com 30% de estudantes pardos, enquanto outra tem mais de 70%, segundo seu estudo.

“No artigo, dei destaque para três características da segregação racial dentro de salas de aula no Brasil: ela é grande, ela contribui muito para a segregação em geral e afeta estudantes de todo o país”, afirmou Gagnè. O sociólogo registrou cenários de divisão de brancos e negros em todos os estados brasileiros.

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Clique aqui para ler o artigo completo.

Silver Lining for Learning, Episode 54: Immersive virtual reality

Silver Lining for Learning, Episode 54: Immersive virtual reality, to teach about climate change and conservation. A conversation with Jeremy Bailenson, Kristy Kroeker & Anna Queiroz Silver Lining for Learning is an ongoing conversation on the future of learning with educators and education leaders from across the globe. Hosted by Chris Dede, Curt Bonk, Shuangye Chen, Punya Mishra & Yong Zhao, these conversations began under the “dark cloud” of the COVID19 crisis and continue today. We see these conversations as space to discuss the creation of equitable, humanistic and sustainable learning ecosystems that meet the needs of all learners. These conversations are hosted live on YouTube every Saturday (typically 5:30 PM Eastern US time) and are archived on https://silverliningforlearning.org

Women suffer higher levels of "Zoom fatigue," study says

A study published by Stanford University finds around 14% of women feel very or extremely fatigued after virtual meetings. CBS News reporter Kate Smith joins CBSN to explain the disparity and what can be done to ease the fatigue.

Programa de Líderes 2021

Se você quer conquistar sua bolsa de estudos para as melhores Universidades do Brasil e do mundo e fazer parte da rede de líderes da Fundação Estudar que há 30 anos transforma o Brasil, essa é a sua chance!

Estão abertas as inscrições para o Programa de Líderes 2021!

O Programa de Líderes existe para apoiar, reunir e desenvolver os jovens mais promissores do Brasil! Alguns jovens são selecionados e recebem sua bolsa de estudos e passam a receber todo o suporte que a Comunidade de Líderes oferece, para que possam gerar transformações positivas no seu setor de atuação, seja ele qual for.

Além da bolsa que viabiliza seus estudos em uma das melhores universidades do Brasil e do mundo, o programa também oferece:

  1. Mentoria e cursos;
  2. Conexões com grandes executivos;
  3. Fóruns e atividades focadas no desenvolvimento pessoal e profissional;
  4. E muito mais!!!

Para saber mais sobre o programa e realizar sua inscrição acesse: https://lideres.estudar.org.br/?referral=centros

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A Fundação Estudar está recebendo inscrições para o Programa de Líderes que exite para apoiar, reunir e desenvolver jovens talentos brasileiros por meio do suporte que a Comunidade de Líderes oferece com bolsas para graduação no Brasil ou no exterior, em diversas áreas.

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